
Monólogo Da Música o Ébrio
Vicente Celestino
Dor e redenção em "Monólogo Da Música o Ébrio" de Vicente Celestino
"Monólogo Da Música o Ébrio", de Vicente Celestino, apresenta de forma direta o impacto devastador do fracasso amoroso e da perda familiar na vida do protagonista. A canção narra a trajetória de um artista que, mesmo alcançando o auge da fama, vê sua vida ruir após ser abandonado pela esposa e perder a filha. Esses acontecimentos levam o personagem à decadência pessoal e profissional, evidenciando a ligação entre suas tragédias íntimas e sua carreira artística. Lançada em 1936, a música reflete o estilo dramático e emotivo de Celestino, tornando-se um marco do romantismo na música popular brasileira.
A letra aborda temas como solidão, desilusão e decadência de maneira clara e pessoal, sem recorrer a metáforas complexas. O verso “Hoje, porque bebo a fim de esquecer a minha desventura, chamam-me ébrio” mostra como o álcool se torna um refúgio para a dor, mas também um símbolo do fracasso social. O termo “ébrio” vai além do estado físico, representando o peso do julgamento e do estigma social, e reforçando o sentimento de abandono. O sucesso da música e suas adaptações para cinema e televisão demonstram como essa história de sofrimento e queda tocou o público brasileiro, tornando-se um retrato universal da vulnerabilidade diante das perdas irreparáveis.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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