
Igualdade Ilusória
Vicente Celestino
Reflexão sobre juventude e tempo em “Igualdade Ilusória”
"Igualdade Ilusória", de Vicente Celestino, explora a diferença entre a juventude e a primavera, destacando que, enquanto a estação das flores retorna todos os anos, a juventude é única e não pode ser recuperada. Essa comparação é central na letra e ganha ainda mais significado ao sabermos que a música foi usada em festividades de primavera para incentivar jovens a refletirem sobre a passagem do tempo e a transitoriedade da vida.
Celestino constrói essa analogia ao associar a primavera à renovação e ao ciclo natural das flores: “Depois o fruto que há de vir das flores / E as novas flores que hão de vir do fruto”. Já a juventude é retratada como um período de alegria e sonhos, mas que, ao contrário da primavera, não retorna. O verso “A primavera passa e depois volta / E a mocidade não nos volta mais” resume o sentimento de nostalgia e a consciência da efemeridade da juventude, um tema frequente na obra do artista. Assim, a canção usa a metáfora das estações para abordar de forma direta a inevitabilidade do envelhecimento e a importância de aproveitar o presente.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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