
Les Passants
Zaz
Reflexão sobre o tempo e autenticidade em “Les Passants”
Em “Les Passants”, Zaz utiliza o refrão repetitivo “passe, passe, passera, la dernière restera” (“passa, passa, passará, a última ficará”) para criar uma atmosfera nostálgica e universal. Essa escolha faz referência a uma antiga canção infantil francesa, conectando a música à tradição cultural do país e reforçando a ideia de que, mesmo com a passagem do tempo e das pessoas, algo essencial permanece – seja uma lembrança, uma lição ou uma parte da nossa identidade.
A letra observa o cotidiano das pessoas apressadas, destacando a crítica à superficialidade das relações sociais. Isso fica claro no verso “leurs visages comme des masques me font l'effet répugnant” (“seus rostos como máscaras me causam repulsa”), onde Zaz aponta para o uso de máscaras sociais e a falta de autenticidade. Em contraste, ela valoriza a pureza da infância ao afirmar “l'enfant n'est fait que de fêtes” (“a criança é feita apenas de festas”), sugerindo que as crianças vivem o presente de forma genuína, sem julgamentos. O tempo, representado pela passagem das estações e pelo envelhecimento, é visto como um agente de transformação e autoconhecimento. Zaz revela sua busca por equilíbrio e liberdade interior ao oscilar “d'un état à un autre” (“de um estado a outro”). No final, a canção defende que a expressão sincera das emoções e a busca por autenticidade são caminhos para romper a apatia e encontrar sentido diante da efemeridade da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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