
Feira do Acari
Zeca Pagodinho
Orgulho e humor popular em “Feira do Acari” de Zeca Pagodinho
Em “Feira do Acari”, Zeca Pagodinho transforma a feira popular em um símbolo de orgulho e identidade, desafiando o preconceito que costuma recair sobre produtos e ambientes populares. Com humor, ele repete: “isso não é bagulho eu posso exibir / é produto importado / comprado na feira lá do Acari”, brincando com a ideia de que o que vem da feira tem tanto valor quanto qualquer mercadoria importada. Assim, Zeca valoriza o aspecto cultural e afetivo do local, mostrando que a feira é muito mais do que um simples mercado.
A letra faz um inventário divertido dos produtos encontrados na feira, citando joias, eletrodomésticos, alimentos típicos e até animais, como “coleiro, canário belga”. Essa enumeração destaca a diversidade e a criatividade dos feirantes, criando uma atmosfera de festa e comunidade. O clima de celebração é reforçado por menções ao pagode e à convivência alegre: “tem sacode e também tem pagode / pra turma que pode e sabe versar”. O tom descontraído da música transmite a sensação de pertencimento e alegria nas pequenas conquistas do dia a dia, mostrando a feira como um espaço de encontros, trocas e histórias, onde cada objeto tem seu próprio valor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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