
É Nóis
509-e
Orgulho e resistência periférica em "É Nóis" do 509-e
"É Nóis", do 509-e, transforma a vivência no cárcere em símbolo de resistência e orgulho para quem vem da periferia. A expressão "é nóis" vai além de um simples bordão: ela representa solidariedade e união entre pessoas que enfrentam as mesmas dificuldades, tanto dentro quanto fora do sistema prisional. Ao citar nomes de amigos como "Public, Marcão, Rubão", a música reforça a importância da rede de apoio e da lealdade, mostrando que cada pessoa é parte essencial de uma corrente forte, forjada "a ferro e fogo" – uma referência direta à dureza da vida e à força do coletivo.
A letra valoriza princípios como lealdade, respeito e atitude, essenciais para sobreviver e conquistar respeito na periferia e no presídio: "Pra ser um dos nossos tem que ter atitude, lealdade e proceder, saber respeitar". O grupo também amplia o sentido da resistência ao mencionar figuras como Tche Guevara e Nelson Mandela, conectando sua luta à de outros que enfrentaram opressão. A crítica social aparece de forma clara em versos como "Político assassino não recebem penas máximas / difícil como que, então vai se fu...", denunciando a desigualdade do sistema judiciário. O orgulho de ser "preto no poder" e a ideia de aprender com o sofrimento mostram que, apesar das adversidades, a união e a consciência coletiva são ferramentas fundamentais para transformar a realidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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