
Écailles de Lune (Part II)
Alcest
O mar como refúgio existencial em “Écailles de Lune (Part II)”
Em “Écailles de Lune (Part II)”, do Alcest, a letra explora o desejo de desaparecer sob as ondas, como fica claro no verso “Je voudrais sans crainte disparaître sous le flots” (Eu gostaria, sem medo, de desaparecer sob as ondas). Esse desejo não é apenas uma fuga física, mas também existencial, usando o mar como símbolo de refúgio absoluto diante de um mundo percebido como estranho e distante. A música se desenvolve em uma jornada introspectiva e onírica, marcada por momentos sonoros intensos e etéreos, que reforçam a sensação de transição entre o real e o imaginário.
A menção ao “royaume de nacre et d’écailles aigue marine” (reino de madrepérola e escamas azul-marinho) cria a imagem de um universo subaquático quase mítico, onde o narrador busca acolhimento e purificação. Isso aparece no trecho “Laisser les courants froids purifier mes pensées, statufier mes chairs” (Deixar as correntes frias purificarem meus pensamentos, petrificarem minha carne), sugerindo tanto um anseio por paz interior quanto o desejo de dissolução do próprio ser, como um sono profundo “tout au fond de l’océan” (bem no fundo do oceano). Assim, a música aborda a tensão entre escapar da alienação cotidiana e a atração por um estado de suspensão, com o mar representando tanto um fim quanto um recomeço, envolto em melancolia e beleza hipnótica.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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