
Frevo Mulher (part. Elba Ramalho e Geraldo Azevedo)
Alceu Valença
A força da mulher nordestina em “Frevo Mulher (part. Elba Ramalho e Geraldo Azevedo)”
“Frevo Mulher (part. Elba Ramalho e Geraldo Azevedo)”, de Alceu Valença, mistura frevo e forró para criar uma atmosfera vibrante que representa a energia das festas nordestinas. A letra celebra a figura feminina, que vai além de uma pessoa específica e se torna símbolo da própria terra nordestina, marcada por paixão, resistência e beleza. O verso “Quantos elementos amam aquela mulher” sugere que essa mulher é amada e desejada por muitos, representando o Nordeste em sua força e mistério.
A canção também faz referência às dificuldades do sertão, como em “outonos caindo secos no solo da minha mão”, que remete à seca e aos desafios da região. Elementos do cotidiano rural e sentimentos de vulnerabilidade aparecem em “a folha do não-me-toque, o medo da solidão”. Já a repetição de “é quando o tempo sacode a cabeleira, a trança toda vermelha” traz à tona o movimento das festas populares e a vitalidade da mulher nordestina, com a “trança vermelha” podendo simbolizar sangue, paixão ou fertilidade. O trecho “o olho cego vagueia procurando por um” reforça a busca constante por amor, sentido ou pertencimento, dando um tom místico à música. Adotada em festas como Carnaval e São João, a canção se tornou um hino da cultura e da resistência do povo nordestino, transformando a mulher do frevo em símbolo de alegria, luta e esperança coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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