
Sempre Ausente
António Variações
Solidão e busca interior em “Sempre Ausente” de António Variações
Em “Sempre Ausente”, António Variações explora a solidão e a sensação de não pertencimento, destacando como a sociedade costuma rotular quem foge dos padrões. A repetição de “Lá vai o maluco, lá vai o demente” mostra o olhar preconceituoso sobre quem se isola ou age de forma diferente, reforçando o sentimento de incompreensão que atravessa toda a música. Variações usa essa expressão para evidenciar o julgamento externo, enquanto o personagem da canção está apenas tentando se encontrar e entender o próprio lugar no mundo.
A letra aprofunda o tema da alienação ao questionar o motivo do afastamento social: “Diz-me que solidão é essa que te põe a falar sozinho”. Esse verso revela uma busca interna, marcada pela tentativa de resgatar sonhos e desejos antigos, como em “Andas em busca dos sonhos perdidos”. A dificuldade de criar laços emocionais aparece em “Diz-me que distância é essa que levas no teu olhar”, mostrando que a ausência é mais emocional do que física. O contexto do filme biográfico “Variações” reforça que a canção reflete a própria trajetória do artista, marcada por uma busca constante de identidade e pertencimento, temas que tornam a música relevante e tocante para diferentes gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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