
As Favelas que não Exaltei
Bezerra da Silva
Reconhecimento e pertencimento em “As Favelas que não Exaltei”
Em “As Favelas que não Exaltei”, Bezerra da Silva busca reparar uma dívida simbólica com comunidades que ficaram de fora de homenagens anteriores em sua obra. Ao listar dezenas de favelas e morros do Rio de Janeiro, o artista amplia a representatividade dessas áreas, reconhecendo sua importância e reforçando o sentimento de pertencimento e orgulho dos moradores. O verso “Morro do Galo está sempre presente / Porque todos sabem que eu sou de lá” destaca a ligação pessoal de Bezerra com esses espaços, mostrando que ele fala como alguém que faz parte desse universo, e não como um observador distante.
A música segue a tradição de crítica social presente na carreira de Bezerra da Silva, valorizando as favelas como lugares de resistência, cultura e vida, mesmo diante das dificuldades. Ao citar tanto comunidades conhecidas quanto menos famosas, o artista iguala todas em importância, promovendo uma homenagem inclusiva. O gesto de “voltar pra falar das favelas” revela o compromisso contínuo de Bezerra em dar visibilidade a essas comunidades, reconhecendo sua dignidade e força. Assim, a canção vai além de um simples registro geográfico, tornando-se um tributo afetivo e social a quem vive nos morros do Rio de Janeiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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