
Divino Mestre
Bezerra da Silva
Hipocrisia religiosa e política em “Divino Mestre” de Bezerra da Silva
Em “Divino Mestre”, Bezerra da Silva faz uma crítica direta à corrupção e à hipocrisia presentes tanto em líderes religiosos quanto em políticos. A letra coloca em paralelo a exploração da fé e a manipulação política, mostrando como ambos se aproveitam da confiança do povo para obter vantagens pessoais. Ao usar a expressão “ratos de gravata faturando alto em nome do Senhor”, Bezerra denuncia aqueles que usam a religião como fachada para enriquecer, enganando trabalhadores humildes e prometendo recompensas espirituais enquanto buscam apenas o próprio benefício.
A música também se destaca pela ironia ao afirmar que existe “gente no parlamento com tanto pecado que nem pro inferno iria”, sugerindo que a corrupção chegou a um ponto tão extremo que nem mesmo o diabo aceitaria esses políticos. O verso repetido “Se Jesus Cristo voltasse na terra Ele ia chorar” reforça a decepção diante do afastamento dos ensinamentos do “Divino Mestre” e do avanço da ganância. Fiel ao seu estilo, Bezerra da Silva usa a canção para expressar a indignação das classes populares, mostrando como o dinheiro e o poder corrompem valores e afastam a sociedade da justiça social e dos verdadeiros princípios éticos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Bezerra da Silva e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: