
O Virus da Corrupção
Bezerra da Silva
Crítica social e cotidiano em “O Virus da Corrupção”
Em “O Virus da Corrupção”, Bezerra da Silva aborda de forma direta a frustração popular com políticos que, após conquistarem votos nas comunidades carentes, desaparecem e enriquecem de maneira ilícita. Isso fica claro no verso: “Nada fez pelo pobre favelado / E num boeing de luxo desapareceu”. A expressão “vírus da corrupção” é usada para mostrar que a corrupção não é um caso isolado, mas sim um problema que se espalha entre os políticos, contaminando todo o sistema. Essa metáfora reforça a ideia de que a corrupção é endêmica no Brasil, atingindo diferentes esferas do poder.
A letra traz exemplos do cotidiano, como o político que “apertando mão em mão, pedindo voto de novo” e depois “dá aquela banana para o meu povão”, ilustrando o ciclo de promessas não cumpridas e a traição à confiança do povo. Ao afirmar que “toda a favela já sabe que é o ladrão do dinheiro do povo”, Bezerra evidencia a consciência coletiva sobre a corrupção, mas também a sensação de impotência diante da repetição desse comportamento. O samba funciona como uma denúncia social, mostrando o impacto direto da corrupção na vida das pessoas comuns, como quando “tira o pão da boca das crianças / do aposentado e do trabalhador”. Assim, a música vai além da crítica individual e aponta para um problema estrutural, usando linguagem acessível e exemplos próximos da realidade do ouvinte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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