
Violência gera Violência
Bezerra da Silva
Crítica social e esperança em "Violência gera Violência"
Em "Violência gera Violência", Bezerra da Silva faz uma crítica direta ao ciclo de violência que afeta as comunidades marginalizadas, especialmente nas favelas do Rio de Janeiro. Ao dizer "Quem avisa amigo é", ele assume o papel de porta-voz do povo, denunciando tanto a demagogia dos governantes quanto a perpetuação da violência estrutural. O verso "Veja quanta incoerência / O homem trabalhar na terra e sem terra pra morar" destaca a desigualdade social e a falta de acesso à moradia, enquanto "E o índio / Ele está perdendo o seu chão" amplia a crítica para a situação dos povos indígenas, mostrando que a violência é também institucional e histórica.
A imagem das "pombinhas brancas da paz vão sobrevoar nosso planeta" traz um tom de esperança e desejo de transformação, contrastando com o cenário de violência apresentado antes. Bezerra propõe uma mudança de consciência coletiva, reforçada nos versos "Já é hora / De uma nova consciência / Vamos dar um basta à violência / E fazer reinar a união". O samba, nesse contexto, é usado como ferramenta de resistência e conscientização, seguindo a tradição do partido-alto de abordar temas sociais de forma crítica e acessível. Assim, a música vai além da denúncia: ela convoca à ação e à solidariedade, defendendo que apenas a união e a justiça social podem romper o ciclo da violência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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