
Venenosas Serpentes
Bezerra da Silva
Traição e rejeição social em "Venenosas Serpentes"
"Venenosas Serpentes", de Bezerra da Silva, aborda de forma direta e popular a rejeição social ao fofoqueiro e ao delator nas comunidades. A música utiliza a expressão "língua de tamanduá" para ilustrar quem fala demais, mostrando como a fofoca e a traição são vistas como atitudes perigosas e desprezadas. Bezerra sugere punições simbólicas para esses personagens, como "tem que apanhar pra deixar de vacilar" e "vestir roupa de mulher, pra largar de ser safado", evidenciando o desprezo coletivo por quem trai a confiança dos outros.
O artista também recorre a referências culturais conhecidas, como Pinóquio e Judas, para associar o fofoqueiro e o caguete à mentira e à traição. Expressões como "farinha do mesmo saco" e "carta do mesmo baralho" reforçam que, para Bezerra, todos esses tipos de pessoas compartilham a mesma essência negativa. Ao chamá-los de "venenosas serpentes", ele destaca o perigo que representam para a coletividade e defende que, "pro mundo viver em paz, eles têm que sumirem da face da Terra". A música, assim, se torna um retrato contundente da rejeição social ao comportamento traiçoeiro, usando humor, ironia e elementos da sabedoria popular para transmitir sua mensagem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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