
Mario de Andrade / Selvagem
Boogarins
Reflexão sobre identidade e coragem em “Mario de Andrade / Selvagem”
Em “Mario de Andrade / Selvagem”, o Boogarins faz uma ponte entre o modernismo brasileiro e a busca pessoal por autenticidade. A menção a Mário de Andrade no título remete ao movimento modernista, que valorizava as raízes culturais do Brasil e a construção de uma identidade própria. No entanto, a música direciona esse olhar para o interior, explorando o autoconhecimento e a transformação individual.
O verso “Há dias que eu sinto meu corpo frio e morto” revela um sentimento de alienação, mostrando momentos em que a pessoa se sente distante de si mesma, apenas cumprindo rotinas sem propósito. Essa inquietação dialoga com o espírito questionador do modernismo. Já a repetição de “É sobre ser selvagem, ter coragem e não guardar rancor” destaca a importância de enfrentar a apatia com coragem, aceitando a própria natureza e evitando ressentimentos. Aqui, “selvagem” representa autenticidade e liberdade, não violência. No final, “É só ver a verdade e acreditar no infinito amor” aponta para a superação desse vazio por meio do reconhecimento da verdade interior e da confiança em um amor universal. A sonoridade psicodélica da banda reforça o clima de introspecção e expansão da consciência, tornando a faixa um convite à coragem de se reinventar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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