
Samba da Antiga
Candeia
Inclusão e resistência no samba em “Samba da Antiga”
Em “Samba da Antiga”, Candeia transforma a roda de samba em um espaço de acolhimento e igualdade. Ele deixa claro que o samba não faz distinção de idade, cor ou aparência física. Ao repetir “a idade não importa, a cor da tua pele não me interessa, se tem perna torta se tem perna certa, basta saber se tem samba na veia”, Candeia reforça que o verdadeiro valor está na paixão e na entrega à música, não em padrões sociais ou estéticos.
A letra celebra o samba como uma força libertadora e contagiante, capaz de afastar qualquer tristeza: “enquanto houver samba, você já sabe, não pode nem deve haver tristeza”. Esse trecho se conecta à própria trajetória de Candeia, que, mesmo após o acidente que o deixou paraplégico, intensificou sua dedicação ao samba e à inclusão social. O convite para “mexer com as cadeiras” e “vir pra roda” é um chamado para todos participarem, mostrando que o samba é uma tradição viva, passada de geração em geração, e que une pessoas de diferentes origens. Ao afirmar “quem samba uma vez samba eternamente”, Candeia destaca a atemporalidade e a universalidade do samba, transformando a música em um hino de celebração à cultura afro-brasileira e à resistência coletiva.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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