Imenso mar de se transborda
Mal cabe em se habitar
Pendular no etéreo
Horizonte mistério
Pra desvendar
Descontornar o caminho
Decifrar os signos

Espera de dar nó em si
É de se inquietar
E será ser pra onde ir
Deixa eu viver o que eu inventei
De rumo a onde me avistei

Vai que eu aprendo a navegar
E se eu aprender a navegar
E se eu aprendo a navegar
Quem dera
Doce seria

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