
O Vai e Vem do Carreiro
Carlos Cezar e Cristiano
Solidão e esperança no cotidiano de “O Vai e Vem do Carreiro”
"O Vai e Vem do Carreiro", de Carlos Cezar e Cristiano, retrata com sensibilidade a rotina do carreiro, marcada pela solidão e pela esperança. A música mostra como a vida longe da família pesa emocionalmente, mas também revela que o contato com a natureza e a própria jornada servem de consolo. O verso “É a saudade emparelhada com a lembrança / O amor, a esperança / Desespero e solidão” resume o conflito interno do carreiro, que carrega não só o peso físico do carro de boi, mas também sentimentos profundos de saudade e o desejo de reencontrar o filho e Chiquinha, que o espera ao final do dia.
A canção, vencedora do Festival de Música Sertaneja da TV Record em 1981, é um retrato fiel da vida simples no campo e valoriza o cotidiano do sertanejo. Imagens como “Na estrada azul, nos matagais / Lhe acompanham os passarinhos vindos dos sertões” e “Solta a boiada de estrelas cintilantes / Ruminando lá distante / Pelos campos do luar” conectam o trabalho árduo do carreiro à beleza do sertão, mostrando como a paisagem se torna companhia e alívio para a solidão. O refrão “Carreiro vai, carreiro vem / Na sua estrada de paixão que não tem fim” reforça a ideia de uma vida cíclica, em que o movimento constante é tanto físico quanto emocional, e a paixão pelo ofício sustenta o personagem diante das dificuldades e da distância dos entes queridos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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