Sete e Pico
Conjunto António Mafra
Humor e cotidiano português em “Sete e Pico”
A música “Sete e Pico”, do Conjunto António Mafra, utiliza o humor para retratar um baile popular repleto de situações cômicas e inesperadas. O título e os versos com horários vagos, como “sete e pico, oito e coisa, nove e tal”, são exemplos do jeito descontraído e irônico típico do humor português. Essas expressões reforçam a ideia de que, nesses eventos, a precisão não importa: o que vale é a diversão e o improviso, satirizando a espontaneidade dos bailes tradicionais em Portugal.
Ao longo da música, personagens caricatos se envolvem em episódios engraçados: o chaufer dança com a criada e recebe elogios discretos, Osório perde as calças durante a valsa, D. Inês, animada pelo whisky, tenta dançar twist e se machuca, e D. José de Vicente, ao tentar mostrar vigor, acaba escorregando e indo parar no hospital. Até o lanche vira motivo de piada, com D. Grilo devorando a alface e sendo comparado a um animal. O auge do caos acontece quando falta luz e Locas, no escuro, acaba nos braços do Amaral, pedindo que acendam o castiçal. Com essa sucessão de trapalhadas, o Conjunto António Mafra transforma o baile em um retrato divertido das pequenas confusões do cotidiano, usando a sátira para celebrar o lado leve e cômico da vida social portuguesa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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