
Paleteando Mouro Velho
Gaúcho da Fronteira
Tradição e humor rural em “Paleteando Mouro Velho”
“Paleteando Mouro Velho”, de Gaúcho da Fronteira, retrata com leveza e bom humor o cotidiano do gaúcho que, cansado da rotina do campo, busca diversão e novas experiências. A música utiliza expressões regionais como “paleteando” (conduzindo o cavalo) e “mouro velho” (cavalo experiente de pelagem escura), reforçando a ligação do personagem com a tradição dos pampas. Ao mesmo tempo, o desejo de “procurar bóia nova, chega de comer refugo” mostra a vontade de sair do comum e buscar algo melhor na vida, usando o cavalo apelidado de “tarugo” como símbolo dessa busca.
O clima descontraído aumenta quando o personagem chega à vila, atraído pelo som da “cordeona” tocando vaneira, ritmo típico do sul do Brasil. O verso “pra mim que venho agachado com suor molhando a carona” destaca o contraste entre o trabalho duro e o desejo de lazer. O flerte com a “crinuda” (moça de cabelos longos) é contado de forma divertida: ao ser rejeitado, ele diz que “amanheci de orelha murcha e a tchanga pedindo freio”, expressões que indicam frustração e desânimo, mas também fazem referência ao universo dos cavalos. Assim, a música valoriza as tradições gaúchas, mantendo sempre um tom leve e espirituoso sobre as situações do dia a dia no campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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