
Rei da Caçada
Gildo de Freitas
Orgulho e tradição rural em “Rei da Caçada” de Gildo de Freitas
“Rei da Caçada”, de Gildo de Freitas, apresenta um retrato direto e orgulhoso do narrador como um caçador habilidoso, destacando valores centrais da cultura gaúcha, como coragem, conhecimento do mato e respeito pelas tradições do campo. O verso “me chamo o rei da caçada” vai além de uma simples autoproclamação: ele expressa o reconhecimento conquistado no meio rural, onde a destreza na caça é vista como sinal de bravura e prestígio. A menção à “arma de três canos” e à precisão dos tiros reforça a imagem de um homem experiente, que domina as técnicas e ferramentas do ofício, algo muito valorizado nas tradições do Rio Grande do Sul.
A letra também traz leveza e humor, especialmente ao comparar o confronto com a onça a um “namoro” e ao afirmar que atira “na cabeça pra não estragar o couro”, mostrando conhecimento prático e respeito pelo animal caçado. O trecho “meus cachorros não dão rata eu não queimo cartucho à toa” destaca a importância do trabalho em equipe e da eficiência, qualidades admiradas no ambiente rural. Gildo de Freitas, conhecido por retratar o cotidiano gaúcho, exalta aqui a vida no campo, a relação com a natureza e o orgulho das tradições campeiras. Assim, a música se torna um retrato fiel do universo rural do sul do Brasil, celebrando seus valores, práticas e personagens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Gildo de Freitas e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: