
Hino de Feira de Santana
Hinos de Cidades
Imagens e símbolos de pertencimento em “Hino de Feira de Santana”
O “Hino de Feira de Santana”, composto por Georgina de Melo Erismann em 1928, utiliza imagens marcantes para retratar a cidade como uma figura feminina criativa e acolhedora. Expressões como “poetisa do branco luar” e “fiandeira que vive a fiar a toalha de luz de sol posto” mostram Feira de Santana como alguém que tece sua própria história e beleza, especialmente nas noites claras e secas de agosto, típicas do sertão baiano. Essa personificação reforça o tom afetivo do hino, associando a cidade à juventude, esperança e pureza, como no verso “terra moça de sã natureza”.
O contexto histórico da letra, escrita em um período de valorização cívica e só oficializada décadas depois, explica o tom solene e o uso de termos como “paraíso” e “princesa altaneira do norte”. O hino destaca a hospitalidade local ao afirmar que Feira de Santana “domina o estranho com o poder do teu clima sagrado”, sugerindo que a cidade acolhe bem quem chega, graças ao seu ambiente e cultura. A menção à padroeira Santana reforça o vínculo religioso e protetor, enquanto o verso “o teu povo tão cheio de vida só trabalha por ver-te elevada” evidencia o orgulho e o esforço coletivo dos moradores pelo progresso. Assim, o hino fortalece a identidade e o sentimento de pertencimento dos feirenses, celebrando a natureza, a cultura e a fé da cidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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