
Hino de Lavras da Mangabeira
Hinos de Cidades
Elementos naturais e orgulho em “Hino de Lavras da Mangabeira”
O “Hino de Lavras da Mangabeira”, interpretado por Hinos de Cidades e escrito por Linhares Filho, destaca a forte ligação entre a cidade e seus elementos naturais. A referência ao “molítico grito” que ecoa “pela boca do teu boqueirão” valoriza o Boqueirão, um marco geográfico importante, que simboliza a força e a voz coletiva dos moradores. O Rio Salgado, citado como fonte que “sempre sacia”, reforça a dependência e o respeito dos habitantes pelos recursos naturais, mostrando como a natureza é parte fundamental da identidade local.
O hino também exalta a história de Lavras da Mangabeira, mencionando seu “passado de lutas e penas” como base para sua “inconteste grandeza”. Essa lembrança do passado fortalece o sentimento de pertencimento e resiliência da população. Versos como “Não te abalem jamais os malignos / Turbilhões de maus tempos e horrores” expressam esperança e desejo de proteção diante das dificuldades. Ao chamar Lavras de “cornucópia dourada de seres”, o hino sugere prosperidade e abundância, enquanto o compromisso de “florir teu viver” mostra o empenho dos moradores em contribuir para o crescimento da cidade. Assim, o hino cumpre seu papel de unir, inspirar orgulho e celebrar o amor dos lavrenses por sua terra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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