
Hino de Cururupu
Hinos de Cidades
Identidade e orgulho em “Hino de Cururupu”: mar, cultura e povo
O “Hino de Cururupu”, interpretado por Hinos de Cidades, destaca a coragem dos primeiros habitantes ao retratar as “bravas gentes em batel” chegando à região. Essa imagem reforça a ligação histórica e afetiva dos moradores com o mar, elemento central na vida e na identidade de Cururupu. O trecho “O mar está na própria alma / Que pelo contato da infância / Afronta-o com majestosa calma” mostra como o mar influencia o caráter e a cultura local desde cedo, algo que se reflete no cotidiano e nas tradições do município, conhecido por suas ilhas e forte relação com atividades litorâneas.
A letra também valoriza a fertilidade do solo e os pilares que sustentam a comunidade, como “amor, fé, cultura e artes”. Essa conexão entre o trabalho rural e pesqueiro e a riqueza cultural é evidenciada nas manifestações típicas da cidade, como o Bumba Meu Boi e o Tambor de Crioula. Ao afirmar “terra berço do gentil guerreiro / Onde o português encontrou arrimo / Gerando com o negro obreiro / O povo dessas plagas genuíno”, o hino reconhece a formação miscigenada do povo de Cururupu, ressaltando a importância das diferentes etnias na construção da identidade local. O tom solene e celebratório do hino serve para exaltar não só as belezas naturais, mas também a força, a união e o orgulho do povo cururupuense.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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