
Samba-Enredo 1993 - Marquês Que É Marquês, do Sassarico É Freguês
G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense (RJ)
Tradição e irreverência em “Samba-Enredo 1993 - Marquês Que É Marquês, do Sassarico É Freguês”
“Samba-Enredo 1993 - Marquês Que É Marquês, do Sassarico É Freguês”, da G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense (RJ), faz uma ponte entre a tradição carnavalesca europeia e a brasileira. A música destaca elementos como o “amor mascarado” e o “baila comigo”, referências à comissão de frente inspirada no carnaval de Veneza, que marcou a abertura do desfile da escola em 1993. O enredo homenageia o bicentenário do Marquês de Sapucaí, figura histórica que dá nome à avenida símbolo dos desfiles, e traça um paralelo entre o passado aristocrático e a explosão popular do carnaval atual, como nos versos: “Vem de lá, da Corte Imperial (lá vem Marquês) / O Marquês iluminado”.
A letra valoriza a evolução do carnaval, mostrando a transição das festas das “Grandes Sociedades” – associações da elite do século XIX – até a consagração das escolas de samba, evidenciada em “E hoje essa folia / Tem na Apoteose seu esplendor”. O clima festivo aparece em frases como “vale tudo nesta brincadeira” e “eu vou no sassarico, eu vou”, que transmitem liberdade, alegria e irreverência. Ao afirmar que o Marquês é “freguês” do sassarico, a música brinca com a ideia de que até figuras históricas se rendem ao samba, reforçando o caráter democrático e contagiante do carnaval brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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