
Samba-Enredo 1976 - A Lenda Das Sereias, Rainhas do Mar
G.R.E.S. Império Serrano (RJ)
A força feminina e a ancestralidade em “Samba-Enredo 1976 - A Lenda Das Sereias, Rainhas do Mar”
Em “Samba-Enredo 1976 - A Lenda Das Sereias, Rainhas do Mar”, do G.R.E.S. Império Serrano (RJ), a letra destaca a ligação entre a mitologia das sereias e as divindades femininas das religiões afro-brasileiras. Ao citar nomes como “Oguntê, Marabô, Caiala, Sobá, Oloxum, Inaê, Janaína, Iemanjá”, o samba-enredo evidencia a presença de Iemanjá, cultuada como Rainha do Mar, e de outras entidades femininas, mostrando como o imaginário popular brasileiro mistura lendas do mar com a ancestralidade africana e a força das mulheres ligadas ao oceano.
A música descreve o mar como “misterioso” e “berço das sereias”, ressaltando o fascínio e o respeito que ele inspira. O canto da sereia, apresentado como um chamado mágico e irresistível, simboliza o poder de encantamento e transformação. Imagens como a sereia que “mora no mar” e “brinca na areia” transmitem liberdade e alegria, enquanto “no balanço das ondas, a paz ela semeia” reforça a ideia de proteção e serenidade trazidas por essas figuras. Ao transformar o mar em uma “corte engalanada”, a letra exalta a grandiosidade e a beleza do oceano, colocando o Império Serrano como um admirador apaixonado dessas rainhas do mar. Assim, o samba-enredo vai além de uma homenagem à natureza, celebrando a força feminina, a espiritualidade e a riqueza cultural do carnaval carioca.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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