
Samba Enredo 1992 - Fala Serrinha - a Voz do Samba Sou Eu Mesmo Sim Senhor
G.R.E.S. Império Serrano (RJ)
Orgulho e resistência em “Samba Enredo 1992 - Fala Serrinha”
"Samba Enredo 1992 - Fala Serrinha - a Voz do Samba Sou Eu Mesmo Sim Senhor", do G.R.E.S. Império Serrano (RJ), transforma o rebaixamento da escola em 1991 em um poderoso ato de afirmação. O samba adota um tom de protesto, pouco comum nos sambas-enredo, ao recusar a derrota e criticar quem ignora o valor da escola: “Pior cego é aquele que enxerga e não quer ver”. Essa frase é um recado direto para quem subestima o Império Serrano, reforçando a ideia de resistência e orgulho mesmo diante das adversidades.
A letra valoriza as raízes do samba e a tradição do Império Serrano, citando instrumentos como prato, reco-reco e agogô, que representam a essência do samba carioca. A referência ao “Viga-Mestre” homenageia Silas de Oliveira, fundador e símbolo da escola, mostrando respeito à história e à filosofia que ele deixou: “Lá do céu o 'Viga-Mestre' nos pediu / Em sua filosofia / Pro Império não parar de entoar / Seu canto de euforia”. O refrão “Sou Império, sou patente / Só demente é que não vê / Do samba sou expoente / Abra meu livro, pois tu sabes ler” resume o espírito da música: celebração da identidade, da história e da importância do Império Serrano, ao mesmo tempo em que desafia quem tenta negar seu valor. O samba se torna, assim, um manifesto de resistência e um convite ao reconhecimento da tradição e da cultura popular brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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