
Bagual Picaço
João Luiz Corrêa
Tradição e respeito no campo em “Bagual Picaço”
A música “Bagual Picaço”, de João Luiz Corrêa, retrata de forma autêntica a relação entre o homem do campo e a natureza, simbolizada pelo cavalo selvagem. Mais do que um simples desafio de força, a doma do bagual é apresentada como um processo que exige sensibilidade, respeito e entendimento mútuo, valores muito presentes na cultura gaúcha. O “bagual picaço” representa tanto a força bruta da natureza quanto a busca por harmonia entre o homem e o ambiente onde vive.
A letra detalha o cotidiano campeiro, desde a chegada do domador à estância do Seu Ponciano até o momento em que o cavalo se torna “bueno de encilha e bem mansinho de garupa”. Expressões regionais como “mateava a lhe contemplar” e “gavolices e patacuadas das lidas de domação” reforçam o orgulho das tradições do sul do Brasil. O domador enfrenta “coices e manotaço” e chega a se perder “pras bandas do boqueirão”, mostrando coragem, persistência e habilidade para conquistar o respeito do animal. No final, a música valoriza a conquista da confiança e da parceria, destacando que a verdadeira vitória está em criar laços de respeito, não em subjugar. “Bagual Picaço” é uma homenagem à lida campeira, à bravura dos domadores e à convivência harmoniosa entre homem e animal, elementos centrais da identidade gaúcha.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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