
Um Bagual Corcoveador
João Luiz Corrêa
Tradição e bravura em "Um Bagual Corcoveador" de João Luiz Corrêa
"Um Bagual Corcoveador", de João Luiz Corrêa, utiliza a experiência de domar um cavalo arisco como metáfora para a vida do peão gaúcho, marcada por desafios inesperados e coragem diante das adversidades. A letra traz termos regionais como "bagual", "pingo", "macegão" e "cebolão", que reforçam a autenticidade da narrativa e conectam a música à tradição campeira, valorizando o cotidiano e o orgulho do trabalhador rural.
A canção narra o momento em que o peão enfrenta um cavalo difícil, como nos versos “Meu pingo só deu um coice / Escondendo a cara nas mãos / Saiu sacudindo o toso / E cravou o focinho no chão”. Esse episódio representa não só a rotina do campo, mas também os obstáculos inesperados da vida. A repetição de “Tentei levantar no freio / Mas era tarde demais” mostra que, muitas vezes, o controle foge das mãos, exigindo resiliência e habilidade. O orgulho do peão aparece no final, em “Pois honro o nome que carrego / Me orgulho de ser peão”, destacando a dignidade e o valor do ofício, mesmo diante das dificuldades.
A música ganhou destaque nas redes sociais, especialmente entre jovens, mostrando a força da cultura gaúcha e a identificação com valores como bravura, autenticidade e respeito à tradição. Assim, "Um Bagual Corcoveador" vai além de uma história de campo: celebra a identidade regional e a resistência do trabalhador rural frente aos desafios do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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