Oculto até o ranger da porta
Medo da verdade morta que vem atormentar
Olha através das lentes irreais, inexistentes
E vê como ninguém
Tensos passos apressados
Nunca olha para os lados
Sabe de cor
Estão ao redor
E as pessoas nem disfarçam o desprezo em seus olhares
Olhem só, o anormal
É tão mais fácil desprezar o que não compreendemos
Matemos outros cristos só por não nos serem óbvios
E se a migalha insistente e falha de prudência
Tentar nos condenar, culpemos nossa vil conciência
Algumas coisas o confortam
Seu recanto, seus soldados
O amigo mais velho
As sábias palavras
Às vezes deus fica zangado ou deve estar muito ocupado
Então eles vêm
E às vezes são maus
É tão mais fácil desprezar o que não compreendemos
Matemos outros cristos só por não nos serem óbvios
E se a migalha insistente e falha de prudência
Tentar nos condenar, culpemos nossa vil conciência

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