
História Do Chapéu E Do Gibão
Mano Walter
Tradição sertaneja e orgulho em “História Do Chapéu E Do Gibão”
Em “História Do Chapéu E Do Gibão”, Mano Walter destaca o orgulho e a bravura do povo sertanejo ao fazer referência direta à “terra do cangaço, a terra de Lampião”. Ao citar Lampião, o artista conecta sua trajetória à de figuras históricas do Nordeste, reforçando a identidade regional. O título da música e as menções ao chapéu e ao gibão ressaltam o simbolismo do vaqueiro, cuja vestimenta representa não só proteção, mas também um legado cultural passado de geração em geração.
A letra valoriza a tradição e a memória afetiva do sertão, como nos versos “Hoje moro na cidade / Mas guardo a recordação”, mostrando que, mesmo longe, o narrador mantém viva sua ligação com as raízes. Mano Walter também homenageia Luiz Gonzaga ao citar “Seu Luiz, eterno rei do baião”, reconhecendo a importância da música nordestina na formação da identidade local. A referência a Quebrangulo, cidade de Alagoas, reforça o vínculo com o local de origem e a autenticidade do relato. O tom nostálgico e orgulhoso da canção celebra a vida simples, a coragem e a dedicação dos vaqueiros, convidando todos que compartilham dessa história a se reconhecerem e se orgulharem de suas origens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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