
Madagascar Olodum
Margareth Menezes
Conexão afro-brasileira em “Madagascar Olodum” de Margareth Menezes
“Madagascar Olodum”, interpretada por Margareth Menezes, destaca a ligação entre a história de Madagascar e a formação da identidade afro-brasileira. A música valoriza personagens e povos africanos pouco conhecidos, como a Rainha Ranavalona e os Merinas, ressaltando sua importância na resistência e no orgulho negro. Ao citar “Ranbosalama o vetor saudável, ivato cidade sagrada” e “A rainha ranavalona destaca-se na vida e na mocidade”, a canção traz à tona figuras históricas que simbolizam liderança e ancestralidade, conectando essas referências à luta e à celebração cultural no Brasil.
A menção ao Pelourinho como “patrimônio da humanidade” e “palco da vida e nas negras verdades” reforça a relação entre Salvador e a herança africana, mostrando como esse espaço se tornou símbolo de resistência e celebração da cultura negra. O verso “manifestos, manifestações, faz Olodum contra apartheid” evidencia o papel do grupo Olodum e da música como ferramentas de luta por igualdade e justiça social. Ao unir Madagascar e o Pelourinho, Margareth Menezes celebra a diversidade das raízes africanas e a construção de uma identidade plural, sintetizada na frase “eu sou o arco-íris de Madagascar”.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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