
Alegria da Cidade
Margareth Menezes
Orgulho e resistência negra em “Alegria da Cidade”
“Alegria da Cidade”, de Margareth Menezes, transforma experiências históricas de resistência e exclusão em símbolos de orgulho e celebração. Ao cantar “A minha pele de ébano é... a minha alma nua”, Margareth valoriza a identidade negra, associando a cor da pele à autenticidade e à força interior. O trecho “espalhando a luz do sol, espelhando a luz da lua” reforça a ideia de que essa identidade irradia energia positiva, iluminando e inspirando a cidade ao redor.
A música destaca a cultura negra como protagonista na formação da música e da sociedade, citando estilos como jazz, rock, afoxé e reggae, todos com raízes negras profundas. Ao mencionar lugares como Harlem, Palmares e Soweto, a letra conecta lutas locais e globais, mostrando que a resistência negra é universal. Mesmo diante da dor e da marginalização, a canção afirma: “somos nós a alegria da cidade”, celebrando a alegria vibrante que nasce da superação. Lançada no auge do samba-reggae e da valorização das raízes afro-brasileiras, e marcada pelo ativismo de Margareth Menezes, a música se torna um hino de resiliência, criatividade e pertencimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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