
Ilha de Maré
Mariene de Castro
Fé e tradição baiana celebradas em “Ilha de Maré”
“Ilha de Maré”, interpretada por Mariene de Castro, destaca a forte conexão entre fé, tradição e celebração popular na Bahia. A música transforma o percurso do devoto, que vai da Ilha de Maré até a Lavagem do Bonfim, em um ritual de pertencimento cultural. O trecho “Saltei na rampa do mercado / E segui na direção / Cortejo armado / Na Igreja da Conceição” faz referência ao trajeto tradicional dos devotos, conectando pontos importantes de Salvador e ressaltando o valor do coletivo e da ancestralidade nesse movimento.
A repetição de versos como “Aí de carroça andei, cumade / Aí de carroça andei, cumpade” e “Aí foi que eu sambei” reforça o clima comunitário e festivo da celebração, mostrando que a fé se manifesta não só nos rituais religiosos, mas também na música, na dança e na convivência. O ato de lavar as escadarias com “água, flores e perfumes” simboliza a purificação e o respeito às tradições afro-brasileiras, presentes no sincretismo da Lavagem do Bonfim. O samba, ao final, representa a alegria e a união do povo baiano, convidando o ouvinte a sentir a riqueza cultural e espiritual dessa festa popular.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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