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Cerca Velha

Marinês

Resiliência e memória afetiva em "Cerca Velha" de Marinês

Em "Cerca Velha", Marinês utiliza a imagem da "cerca velha que o vento derrubou" para ilustrar como as barreiras e proteções da vida podem ser destruídas pelo tempo e pelas circunstâncias. Apesar dessas perdas materiais, a música destaca que certos sentimentos, como o amor e a saudade, permanecem intactos. O verso "mas o coração magoado nunca o vento carregou" mostra que, mesmo com as mudanças externas, as emoções profundas resistem e não se deixam levar pelo tempo.

A canção traz uma atmosfera nostálgica, típica das experiências do povo nordestino, e usa a cerca como símbolo da passagem do tempo e das transformações inevitáveis. Quando Marinês canta "Além da cerca a vida vai / A caminhar num sempre acontecer", ela sugere que a vida continua, independentemente das perdas. O trecho "além da cerca o mesmo amor" reforça a ideia de que, apesar das mudanças materiais, o sentimento verdadeiro permanece. Assim, "Cerca Velha" celebra a força dos laços afetivos e a capacidade de seguir em frente, mesmo diante das adversidades e do avanço do tempo.

Composição: Janduy Filizola. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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