
Dona da Razão
MC Neguinho do Kaxeta
Homenagem e vulnerabilidade em "Dona da Razão"
"Dona da Razão", de MC Neguinho do Kaxeta, mistura elementos do cotidiano do funk paulista com reflexões pessoais sobre amor, orgulho e saudade. A menção a Felipe Boladão, artista assassinado em 2010, traz um peso emocional à música e serve como homenagem, conectando a trajetória de Neguinho do Kaxeta à história do funk e à violência que marca esse cenário. Quando o artista canta “De repente toca aquele nosso som, Felipe Boladão”, ele une a nostalgia de um relacionamento à lembrança de um ícone perdido, reforçando o clima de saudade e reflexão.
A letra aborda as idas e vindas de um casal, destacando o jogo de poder e orgulho nas discussões: “Mesmo tando errada, faz bico, bate o pé e ganha a briga”. Apesar do tom descontraído e das gírias, há vulnerabilidade quando o artista admite ter se apaixonado, contrariando seu passado de desapego: “Nunca imaginei que seria capaz de amar alguém / Logo eu, acostumado a passar o rodo em geral”. O conflito entre razão e emoção aparece quando o orgulho impede a reconciliação, mas o desejo e a saudade continuam: “É meu orgulho me dizendo: Não volta atrás! / Enquanto o coração bate e chora pedindo mais”. O verso “Eu tô sofrendo e tô gostando, coração corinthiano” usa o futebol como metáfora para a intensidade dos sentimentos, mostrando que, mesmo em meio à leveza e autenticidade do funk, há espaço para sinceridade e superação emocional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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