
Respeito É Pra Quem Tem
MV Bill
“Respeito É Pra Quem Tem”: crítica social e busca por dignidade
“Respeito É Pra Quem Tem”, de MV Bill, aborda de forma direta a violência policial e o ciclo de marginalização nas periferias brasileiras. A letra revela a frustração de quem é constantemente julgado e agredido por agentes do Estado, como no verso: “É complicado ser revistado por um mulato fardado / Que acha que preto favelado é o retrato falado”. Aqui, MV Bill expõe o racismo estrutural e a violência que pode ocorrer até mesmo entre pessoas de origens semelhantes, mostrando a complexidade do problema social.
A frase-título funciona como um aviso: o respeito não é automático, mas conquistado por atitudes e dignidade. A música narra situações de opressão, como em “A arma dispara o pânico aumente parece até cinema não é (É real)”, deixando claro que a brutalidade policial faz parte do cotidiano dessas comunidades. O refrão “Quando o ódio dominar não vai sobrar ninguém / O mau que você faz reflete em mim também” destaca o efeito coletivo da violência e da falta de respeito, sugerindo que o sofrimento de um atinge todos. Ao unir diferentes estilos musicais e experiências, especialmente na colaboração com Charlie Brown Jr., MV Bill amplia o alcance da mensagem e defende a conscientização e a valorização do respeito como caminhos para romper o ciclo de exclusão e violência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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