
Paisagem Campestre
Nei Lisboa
Solidão e desilusão em "Paisagem Campestre" de Nei Lisboa
Em "Paisagem Campestre", Nei Lisboa retrata a história de um personagem que busca refúgio no alto da montanha para fugir do sofrimento causado por um amor não correspondido, representado por Rosa. O isolamento escolhido pelo protagonista não é apenas uma tentativa de esquecer a decepção amorosa, mas também um afastamento das pressões e expectativas da vida na aldeia. A montanha simboliza esse desejo de introspecção e distanciamento, funcionando como um espaço onde ele tenta superar a dor. O refrão repetido, “pra esquecer Rosa, principalmente pra esquecer Rosa, mais do que tudo pra esquecer Rosa”, destaca a intensidade do sentimento e como a perda de Rosa domina seus pensamentos.
Quando o protagonista retorna à aldeia após meses de reclusão, encontra Rosa se casando com o filho do comerciante mais rico, o que evidencia a distância entre seus sonhos românticos e a realidade prática da vida. Esse momento reforça a sensação de derrota e exclusão social. A frase final, “Ah! Vidinha burra. Nunca mais subi na montanha”, expressa resignação e frustração, mostrando que o isolamento não trouxe o alívio esperado. Pelo contrário, apenas aumentou o sentimento de fracasso. Nei Lisboa, assim, constrói uma narrativa melancólica sobre a dificuldade de escapar da dor e a necessidade de enfrentar a realidade, mesmo quando ela é dura.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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