
Bateu Saudade
Os Monarcas
Saudade e identidade gaúcha em “Bateu Saudade” dos Os Monarcas
Em “Bateu Saudade”, Os Monarcas exploram a dor da distância de forma direta e sensível. A repetição do verso “Bateu a saudade, doeu, doeu, doeu” reforça como a saudade é sentida de maneira intensa e quase física, tornando o sofrimento algo palpável. O uso de expressões regionais como “tchê” e “prendinha” destaca a identidade gaúcha da música, aproximando o sentimento universal da saudade de um contexto cultural específico e tornando-o mais próximo do ouvinte.
A letra se destaca pela simplicidade e sinceridade ao abordar a ausência de um amor, como em “Por viver longe de ti / A saudade me faz sofrer”. O compositor Maurinho Monteiro utiliza termos carinhosos como “minha linda chinoquinha” e “minha flor, meu bem querer”, transmitindo afeto e respeito, características marcantes da tradição gaúcha. O trecho “Quem diz que homem não chora / Desconhece a verdade” desafia estereótipos de masculinidade, mostrando que a emoção da saudade é legítima e compartilhada. A esperança de reencontro aparece como um elemento central, especialmente em “Hoje eu mato esta saudade / Ou ela vai me matar”, evidenciando a intensidade desse sentimento para quem ama.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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