
Batendo Água
Os Monarcas
Resistência e identidade gaúcha em “Batendo Água”
Em “Batendo Água”, Os Monarcas retratam a força e a identidade do gaúcho diante das adversidades do pampa. A imagem do “poncho emponcha lonjuras batendo água” mostra como o gaúcho enfrenta a chuva e o frio, carregando consigo não só proteção física, mas também sua história e tradição. A expressão “batendo água” tem um duplo sentido: representa tanto o ato literal de atravessar campos alagados quanto a persistência em seguir adiante, mesmo diante das dificuldades do cotidiano rural. O contexto da composição, criada em uma tarde chuvosa, reforça o simbolismo da água como desafio constante na vida do homem do campo.
A letra destaca a relação próxima entre homem, cavalo e natureza. O “zaino” simboliza a parceria e a força necessárias para superar o isolamento e o rigor do clima. Trechos como “asas de noite em meus ombros sobrando casa” e “as águas que eu trago nele eram pra mim” mostram que o poncho é mais do que um abrigo: é um símbolo de pertencimento e proteção emocional. O verso “mesmo que o mundo desabe num tempo feio / sei o que as asas do poncho trazem por dentro” resume o espírito resiliente do gaúcho, que encontra dentro de si a força para enfrentar qualquer tempestade, mantendo viva a tradição e o orgulho de sua terra.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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