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Um Taura a Moda Antiga

Os Monarcas

Tradição e identidade gaúcha em “Um Taura a Moda Antiga”

“Um Taura a Moda Antiga”, de Os Monarcas, celebra o gaúcho tradicional, conhecido como "taura", destacando sua coragem, autenticidade e respeito às raízes. A letra utiliza expressões e costumes regionais para afirmar uma identidade própria, rejeitando influências externas e modernizações que possam descaracterizar o gaúcho. Por exemplo, ao afirmar “não uso terno sem marca e nem faca que não corte”, o personagem valoriza a qualidade e a tradição nos objetos do dia a dia. Já o verso “não se estendo em sombra alheia” ressalta a importância da independência e do trabalho próprio, sem depender dos outros.

O termo "taura" é uma gíria regional para homem valente e de caráter firme, enquanto “à moda antiga” reforça o compromisso com os costumes herdados dos antepassados. Isso aparece em versos como “ando sempre canariando, acordando as madrugadas” e “não gosto de mate morno nem bebo canha gelada”, que exaltam hábitos típicos do gaúcho e rejeitam adaptações modernas. A música também homenageia Gildinho, fundador do grupo, reconhecido como um verdadeiro “taura da moda antiga”, reforçando o tom de respeito e continuidade do legado cultural do Rio Grande do Sul. Além da bravura, a letra mostra que o taura valoriza a alegria e o convívio social, como em “coringar as chinas que passam”, equilibrando firmeza e leveza no modo de viver.

Composição: Paulo Garcia. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.


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