
Canção do Gigante
Oswaldo Montenegro
Vulnerabilidade e empatia em "Canção do Gigante" de Oswaldo Montenegro
"Canção do Gigante", de Oswaldo Montenegro, aborda a sensação de inadequação e vulnerabilidade, mesmo quando se aparenta força ou grandeza. O personagem da música é descrito como "grande, big, enorme, gigante", mas sente que esse tamanho é um peso, não uma vantagem. O verso "Meu riso é grande, não cabe em mim" mostra como até sentimentos positivos podem ser difíceis de conter ou expressar, reforçando a ideia de excesso e desconexão entre o que se sente e o que se consegue mostrar ao mundo.
A letra convida o ouvinte à empatia ao perguntar: "Quem é que nunca sentiu que o mundo é um gigante e achou que era fraco?". Montenegro utiliza exemplos do cotidiano, como "ser humilhado igual feio na festa e menino mijão" ou "perdeu a atenção dos seus pais", para ilustrar situações de vergonha, medo e insegurança que todos já enfrentaram. O uso de linguagem simples e situações comuns aproxima a canção do público, mostrando que, independentemente da aparência ou do tamanho, todos passam por momentos em que se sentem pequenos diante dos desafios. No final, a música reforça que o mundo é um "gigante" e todos, em algum momento, somos "anões", normalizando sentimentos de fragilidade como parte da experiência humana.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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