
Dinheiro Sujo
Pacificadores
Dinheiro Sujo: crítica social e violência nas periferias
A música "Dinheiro Sujo" dos Pacificadores faz uma crítica direta ao impacto do dinheiro do tráfico de drogas nas comunidades brasileiras. A letra mostra como esse dinheiro, apesar de proporcionar luxo e status, está sempre ligado à violência e à perda de valores. O verso "dinheiro sujo sujou, sua alma te condenou" destaca que, mesmo com ganhos materiais, existe uma condenação moral e social para quem enriquece pelo crime. Já a frase "dinheiro que sujou de sangue sapeca de 38" associa o dinheiro ilícito à violência armada, mostrando que o tráfico é sustentado por armas e sangue derramado.
A música também aborda a falta de oportunidades para jovens das periferias, que acabam vendo no crime uma forma de conquistar respeito e bens de consumo, como em "de menor com pouco estudo quer o os boy já tem; as dona top, os pano louco, roletar de 1100". O refrão "O corre é pesado, dinheiro sujo é quem garante o baseado" resume o ciclo vicioso em que o tráfico alimenta o consumo e vice-versa. Além disso, a letra critica a desigualdade social e a seletividade da justiça, como em "Filho rico não é bandido só pobre que é metralhado", mostrando que a repressão atinge principalmente os mais pobres. O uso de gírias e um tom realista reforçam a autenticidade do retrato social apresentado, tornando a música um relato forte sobre as consequências do dinheiro sujo nas periferias.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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