
A Lua É Testemunha
Pedro Bento e Zé da Estrada
Tragédia e exclusividade em "A Lua É Testemunha"
"A Lua É Testemunha", de Pedro Bento e Zé da Estrada, destaca-se pela intensidade do sentimento de posse e tragédia que marca o desfecho da história. O verso “Peço a Deus que te mate dormindo / Pois não és minha nem de outro será” revela o sofrimento extremo do narrador diante de um amor impossível, transformando a dor da separação em um desejo fatal de exclusividade. Esse pedido vai além do lamento comum nas canções sertanejas, mostrando um limite dramático do ciúme e da frustração.
A música utiliza a lua, o sol e as estrelas como testemunhas silenciosas desse amor proibido, reforçando a ideia de que o sentimento é profundo, mas impossível de ser realizado. Pedro Bento e Zé da Estrada são conhecidos por trazer influências da música mexicana ao sertanejo, o que se reflete no tom dramático e na narrativa direta da canção. A letra aborda temas clássicos do gênero, como fidelidade e sofrimento, evidenciados no trecho “Hoje volto e te encontro casada / Mas que sorte infeliz e cruel”. O diálogo entre os amantes mostra o conflito entre desejo e dever: mesmo amando o narrador, a mulher decide ser fiel ao marido, mantendo o sofrimento em silêncio. Assim, a canção retrata não só a dor da separação, mas também a força das convenções sociais e o peso do remorso, elementos centrais na tradição sertaneja.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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