
Amargurada
Pedro Bento e Zé da Estrada
Dor e solidão no rompimento em “Amargurada”
“Amargurada”, de Pedro Bento e Zé da Estrada, retrata de forma direta o impacto da traição amorosa, um tema clássico do sertanejo, mas aqui intensificado pelo clima dramático e melancólico típico da rancheira mexicana, estilo que a dupla ajudou a popularizar no Brasil. A letra descreve o momento em que o narrador flagra sua amada com outro: “pelas cortinas de uma janela eu vi meu amor trocando beijos, nos braços de outro, eu chorei de dor”. Esse trecho evidencia o choque e a dor imediata do personagem, enquanto a ambientação noturna e solitária – “a longa noite calma foi passando, veio a madrugada” – reforça o sentimento de abandono e desilusão.
O “retrato do dia sagrado da nossa união” nas mãos da mulher mostra que, apesar da traição, ela ainda sente remorso e guarda lembranças do relacionamento. O ato de tirar a aliança e dar o adeus definitivo simboliza o fim de um ciclo, deixando ambos mergulhados em sofrimento: ele, pela decepção e perda; ela, pela culpa e solidão. O contexto histórico da dupla, pioneira na mistura de elementos mexicanos com o sertanejo, contribui para a intensidade emocional da música, tornando “Amargurada” um retrato fiel da dor do rompimento e da amargura que acompanha a perda de um grande amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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