
Eu, a Viola e Deus
Pena Branca e Xavantinho
Solidão e fé no sertão em “Eu, a Viola e Deus”
A música “Eu, a Viola e Deus”, de Pena Branca e Xavantinho, explora como a solidão do violeiro é suavizada pela relação íntima com seu instrumento e pela espiritualidade. O verso “Eu, a viola e Deus” destaca essa conexão fundamental, mostrando que, mesmo sem companhia humana, o músico encontra sentido e conforto na música e na fé. O contexto da música caipira aparece nas referências à “catira” e ao sertão, reforçando o sentimento de pertencimento a uma tradição e a um modo de vida simples, mas cheio de significado.
A letra traz imagens de estrada, poeira e despedida, transmitindo nostalgia e melancolia, especialmente nos versos “Essa hora da gente ir-se embora / É doída / Como é dolorida”. O passarinho que canta na hora da partida simboliza tanto a solidão quanto a esperança de recomeço. A busca pelo “amor que é das velhas toadas” revela o desejo de reencontrar valores e sentimentos antigos, típicos das canções sertanejas. As “marcas no meu coração” e “os catiras de uma mulher” evocam lembranças de experiências e afetos deixados pelo caminho. Assim, a música celebra a jornada do violeiro como um rito de passagem, onde a viola e a fé são companheiras constantes diante das incertezas e belezas do sertão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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