
Poeira
Pena Branca e Xavantinho
A ligação entre homem e terra em “Poeira” de Pena Branca e Xavantinho
Em “Poeira”, Pena Branca e Xavantinho exploram a relação profunda entre o homem do sertão e a terra. A imagem recorrente da “poeira vermelha” não apenas descreve a paisagem típica do interior, mas também simboliza o elo vital entre o sertanejo e o solo. No trecho “Poeira entra meus olhos / Não fico zangado não / Pois sei que quando eu morrer / Meu corpo irá para o chão / Se transformar em poeira”, a letra expressa uma aceitação tranquila do ciclo da vida, mostrando que o destino final é retornar à terra que sempre sustentou o personagem da canção.
A música retrata o cotidiano rural com simplicidade e nostalgia, destacando elementos como o carro de boi, a boiada e o boiadeiro, todos envolvidos pela poeira do sertão. Essa poeira, além de ser um traço marcante da região, carrega um significado afetivo e existencial: representa o orgulho de pertencer àquele lugar e a certeza do retorno à terra. A menção à chuva, que transforma a poeira em lama, sugere renovação e reforça o ciclo natural da vida no campo. Assim, “Poeira” celebra a simplicidade, a resistência e a identidade do homem sertanejo, transmitindo sentimentos de pertencimento, respeito e aceitação diante da vida e da morte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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