
Samba-Enredo 2012 - E o Povo na Rua Cantando é Feito Uma Reza, Um Ritual
G.R.E.S. Portela (RJ)
Religiosidade e cultura baiana em “Samba-Enredo 2012 - E o Povo na Rua Cantando é Feito Uma Reza, Um Ritual”
O "Samba-Enredo 2012 - E o Povo na Rua Cantando é Feito Uma Reza, Um Ritual", da G.R.E.S. Portela (RJ), destaca a forte ligação entre religiosidade e celebração popular. A letra evidencia o sincretismo religioso típico da Bahia, trazendo referências ao Senhor do Bonfim, símbolo do catolicismo, e a Iemanjá, importante figura das religiões afro-brasileiras. Isso aparece em versos como “Senhor do Bonfim alumia / Os caminhos da Portela” e “Vou jogar flores no mar”, que remetem às tradicionais oferendas a Iemanjá. Assim, a música mostra como diferentes crenças se unem em rituais que misturam fé, festa e tradição.
O samba-enredo também valoriza a ancestralidade e as manifestações culturais baianas, citando o samba de roda, a capoeira e pratos típicos como abará e quindim. A menção a Clara Nunes em “Clara Guerreira à Bahia” homenageia a cantora, reconhecida por exaltar as raízes afro-brasileiras em sua trajetória. O clima de festa se intensifica com imagens de procissões, batuques e celebrações de rua, reforçando a ideia de que a cultura popular é um espaço de união, resistência e alegria. Ao “acolher a Bahia em seu canto”, a Portela celebra a diversidade e a riqueza da identidade brasileira, transformando o desfile em um grande ritual coletivo de fé, música e tradição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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