
Samba Enredo 1978 - Mulher à Brasileira
G.R.E.S. Portela (RJ)
Exaltação à diversidade em “Samba Enredo 1978 - Mulher à Brasileira”
"Samba Enredo 1978 - Mulher à Brasileira", do G.R.E.S. Portela (RJ), destaca a mulher brasileira como símbolo de diversidade, força e beleza. O samba faz referência direta ao enredo do desfile de 1978, que homenageou figuras históricas como Rachel de Queiroz, Chiquinha Gonzaga, Princesa Isabel e Maria Bonita. Ao citar “Tanta história pra contar / Tantos nomes pra lembrar”, a letra reforça a proposta do desfile: valorizar mulheres que marcaram a história do Brasil em diferentes áreas, mostrando o orgulho e a tradição que elas representam para o país e para a escola de samba.
A canção também celebra a pluralidade da mulher brasileira, ressaltando sua beleza sem distinção de cor ou origem: “Brancas, negras e morenas têm (ora se têm) / O feitiço que as mulatas têm (e como têm) / Brasileira é uma beleza em flor / E beleza não tem cor”. Essa passagem evidencia a ideia de inclusão e diversidade, alinhada ao contexto do enredo, que homenageou mulheres de diferentes etnias e regiões. O tom alegre do samba, presente em versos como “É riso, é luz, é cor / É poema o carnaval”, transmite orgulho coletivo e admiração, transformando o desfile em um festival de reconhecimento à importância das mulheres na construção da identidade nacional. O refrão “Podem falar / Mas mulher como a nossa igual não há” resume o sentimento de exaltação e singularidade da mulher brasileira, tema central do desfile da Portela em 1978.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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