
Samba Enredo 1991 - Tributo à Vaidade
G.R.E.S. Portela (RJ)
Orgulho e tradição em “Samba Enredo 1991 - Tributo à Vaidade”
"Samba Enredo 1991 - Tributo à Vaidade", do G.R.E.S. Portela (RJ), destaca-se por transformar a vaidade, geralmente vista de forma negativa, em um símbolo de orgulho e identidade coletiva. A letra valoriza a vaidade como virtude, associando-a ao reconhecimento e ao carinho do público, como nos versos: “Eu sou vaidosa / Eu sou assim / Vaidade não tem preço / Mas eu tenho seu apreço / Pois você gosta de mim”. Aqui, a vaidade é celebrada como parte essencial da tradição, beleza e excelência da Portela, reforçando o sentimento de pertencimento da comunidade.
O samba faz referência direta ao contexto do desfile de 1991, inspirado na fantasia luxuosa de Evandro de Castro Lima. Elementos como a escultura de águia furta-cor no carro abre-alas e a Velha Guarda vestida de fraque e cartola reforçam a imagem de elegância e tradição, evidenciada nos versos “Eu sou luxo e esplendor” e “Meu visual comprova”. Ao citar “Salve Oswaldo Cruz e Madureira” e “Vinte uma vezes campeã do carnaval”, a música exalta as raízes e conquistas da escola, transformando a vaidade em um tributo à própria história e força da Portela. O tom confiante e alegre da letra faz do samba um verdadeiro hino de autoestima e celebração para os portelenses.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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