
Olhares
Rap Box
Solidão e crítica social urbana em “Olhares” de Rap Box
"Olhares", do Rap Box, explora a solidão e a busca por sentido em meio ao caos da cidade, usando imagens urbanas e situações do cotidiano para transmitir essas sensações. Versos como “Sou cidade de papel, teu ego não me vê” e “O inferno já é aqui, qualquer coisa é melhor” mostram a fragilidade das relações e a dureza da vida urbana. Esses temas ganham ainda mais profundidade quando ligados às frustrações emocionais e memórias de amores que não deram certo, algo que Sant já destacou em entrevistas.
A parceria entre Cynthia Luz e Sant cria um diálogo entre vulnerabilidade e resistência. Cynthia traz versos que falam sobre o tempo e a sensação de não pertencer, como em “Sei que já passou do tempo” e “Peito aberto, o meu deserto”. Sant amplia a discussão para questões sociais e existenciais, como em “Delimitaram nossas terras, guerras e guerras / Eu sei o que isso causará, ganância que não para”. O trecho “Aos ares, observa quantos andares / Preserva-te quando andares, olhares” sugere a necessidade de cuidado e atenção em um ambiente marcado pelo isolamento e perigo, além de criticar a superficialidade das conexões modernas, como em “social no aplicativo, futuro do abraço, assédio”. Assim, "Olhares" se destaca por unir sentimentos pessoais de perda e busca de equilíbrio com uma crítica social sutil, criando um retrato sensível e honesto da vida contemporânea.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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